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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Arnold Schwarzenegger - Biografia





Em seu primeiro filme, Hercules In New York, usou o pseudônimo "Arnold Strong". Neste filme ele também teve sua voz dublada por outro ator.
Para fazer Terminator 2: Judgement Day, Arnold recebeu 15,3 milhões de dólares.


Já para fazer Terminator 3: Rise of the Machines, recebeu cerca de trinta milhões de dólares, o segundo maior cachê pago a um ator num único filme. O primeiro foi Jack Nicholson, que recebeu 60 milhões de dólares para estrelar o Coringa de Batman.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Biografia Renato Russo


Infância

Até os seis anos de idade, Renato sempre viveu no Rio de Janeiro junto com sua família. Começou a estudar cedo no Colégio Olavo Bilac, na Ilha do Governador. Nessa época teria escrito uma bela redação chamada "Casa velha, em ruínas...", que nunca foi divulgada na integra.

Em 1967, mudou-se com sua família para Nova Iorque pois seu pai, funcionário do Banco do Brasil, fora transferido para agência do banco em Nova York, mais especificamente para Forest Hills[3], no distrito de Queens, onde foi introduzido à língua e cultura norte-americana.

Aos nove anos, em 1969, Renato e sua família voltam para o Brasil, indo morar na casa de seu tio Sávio numa casa na Ilha do Governador, Rio de Janeiro.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Biografia Don Ramon (Seu Madruga)


"Seu Madruga" nasceu na Cidade do México, 9 de agosto de 1988) foi um ator mexicano.
Ainda hoje, seu personagem Seu Madruga (Don Ramón, na versão original) é cultuada, havendo diversas páginas, blogs e comunidades no site de relacionamentos Orkut em sua homenagem.

Casou-se três vezes (uma delas com a cantora Aracely Julián) e teve dez filhos. Faleceu de câncer de pulmão, ocasionado pelo fumo excessivo, que depois espalhou-se para o estômago.

Carreira
Atuou em vários filmes no seu país desde a década de 1940, porém atingiu sua maior popularidade com a figura hilária do "Don Ramón", "Seu Madruga" no Brasil, do seriado de televisão Chaves (El Chavo del Ocho).

Roberto Gómez Bolaños, o Chespirito, sempre teve grande admiração por Ramón Valdés e dizia que era o único que o fazia "chorar de rir" durante as gravações dos programas, que duraram aproximadamente uma década. Seu personagem na Vila do Chaves, apesar do humor simples, trazia a situação da América Latina de desemprego generalizado e dependência de sub-empregos.

Seja como pedreiro, vendedor ambulante de objetos usados ou leiteiro, ele sobrevivia enquanto o proprietário da vila, "Seu Barriga" (Edgar Vivar), não o expulsava da casa por não pagar o aluguel. No início da carreira, atuou em pequenos filmes junto com seus irmãos, também atores, e também com papéis nos filmes de Cantinflas, famoso comediante mexicano dos anos 60.

Curiosidades

* Sabe-se que Ramón Valdés tinha uma memória privilegiada. Fora do estúdio vestia-se quase igual como no seriado, pois afirmava que com os Jeans podia sentar onde quisesse sem temer sujar a roupa. (segundo declarações de seu filho Rafael Valdés).

* Também tinha rituais curiosos, como fumar um cigarro antes de dormir.

* Apesar de, no seriado Chaves, Seu Madruga fugir da Bruxa do 71 (Angelines Fernandez), na vida real os dois eram muito bons amigos. Tanto que, quando Ramón morreu em 1988, a atriz passou a noite ao lado do corpo chorando e dizendo "Mi Rorro" (Meu bebê).

A atriz ficou tão decepcionada que começou a descuidar da saúde, e começou a envelhecer mais rapidamente. Também manteve grande amizade na vida pessoal com os atores Édgar Vivar (que atuou como o Senhor Barriga) e Rubén Aguirre (que interpretou o Professor Girafales também era um dos melhores amigos de Ramón).

Villagrán, o Quico na série, também foram grandes amigos. Tanto é que uma vez quando Ramón estava no hospital, Quico disse: Nos vemos lá em cima, no céu. Ramón Valdéz se contrariou, mantendo seu bom humor dizendo: "Não se faça de louco, nos vemos lá no inferno." Tanto é que este foi o único ator a participar com Villagrán em sua carreira solo nos quadros Federrico, e Ah que Kiko.

* Ramón Valdés nunca pôde desassociar sua pessoa do papel de Seu Madruga. Tanto as pessoas como os produtores não podiam vê-lo em outro papel. O ator confessou para a revista Actores & Actrices & Rumores que, depois de deixar o seriado Chaves, recebeu apenas quatro ofertas para atuar: as quatro eram pedidos de Chespirito para voltar a fazer o papel de Seu Madruga.

De qualquer forma, sua carreira não terminou com a sua saída da turma do Chaves: atuou em diversas peças de teatro, duas no colégio de sua filha mais velha e uma no colégio de sua filha mais nova. Em todas as peças, fez o papel de Seu Madruga. Ramón voltou à televisão em 1981, quando Chaves havia se tornado um quadro do Programa Chespirito novamente.


Ramón Valdés participou de mais de 100 filmes e seriados de TV em sua carreira.

O melhor de Jô Soares

Gosto muito do programa do Jô, acho completo,entrevistas interessantes ou mesmo fúteis , como Gretchen ( procure no youtube,vai, rs ) ou com a Bruna Surfistinha, mas fazer o que até o Jô não é perfeito, rs.



José Eugênio Soares nasceu em 16 de janeiro de 1938. Até à adolescência viveu nos Estados Unidos e na Europa. Voltou ao Brasil quando o seu pai perdu todo o dinheiro na Bolsa de Valores.

Com a idade de 18 anos, José ingressou no Instituto Rio Branco, para seguir carreira diplomática. Sempre divertido, de humor rápido e inteligente, o jovem gostava de entreter seus colegas com casos e piadas.

A estréia de Jô Soares na vida artística aconteceu no filme "O Homem do Sputnik", chanchada de Carlos Manga.

Os personagens marcantes foram muitos: Bô Francineide, O Dentista,Gardelon, irmão Carmelo, Norminha, Capitão Gay etc. Os bordões que caíram na boca do povo, inúmeros: "tem pai que é cego", "cala a boca, Batista", "muy amigo", "a ignorância da juventude é um espanto", "vai pra casa, Padilha" Bocâoooo".

Em 1973, Jô estreou seu sonhado programa de entrevistas na nova casa, o Globo Gente. Problemas com a censura o retiraram do ar. Nos anos 80, já em época da abertura política, a emissora não apoiou o projeto para um programa de entrevistas com ele.

Sílvio Santos aproveitou e atraiu Jô para o SBT com um salário recorde na TV brasileira ( perto de 2 milhões de cruzeiros ), com direito a programa de humor (Veja o Gordo) e um talk-show (Jô - Onze e Meia), que finalmente estrearia em 16 de agosto de 1988. Mais acabou voltando para a rede Globo.



Pouco tempo depois, Jô encerrou a carreira de humorista, passando a se dedicar à imprensa, à música, ao teatro e à literatura. Em 3 de abril de 2000, ele voltaria para a Globo, no Pragrama do Jô, e entrevistaria aquele que não dava entrevistas, o dono e fundador da emissora, Dr.Roberto Marinho. Os livros Xangô de Baker Street (1995) e O Homem que matou Getúlio (1998) marcaram sua nova fase como escritor.








sábado, 27 de março de 2010

Renato sem voce ta Russo...


Neste sábado, 27, os fãs da Legião Urbana têm mais um motivo para relembrar a banda. Esta é a data em que Renato Manfredini Júnior, o Renato Russo, completaria 50 anos. Quase 15 anos após a morte do cantor, a banda, que acumula cerca de 14 milhões de álbuns vendidos, ainda é lembrada como uma das mais importantes do rock nacional - e Renato como um compositor ímpar, com letras que marcaram gerações e que até hoje mantém um fiel séquito de fãs e admiradores.

Nascido no Rio de Janeiro, Renato Russo passou grande parte de sua vida em Brasília, local onde a Legião foi formada. O cantor morreu cedo, em 1996, aos 36 anos, em decorrência de complicações de saúde por conta do HIV. Logo após sua morte, os outros dois integrantes do grupo, Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos, anunciaram o fim oficial da Legião Urbana.

Aos 13 anos, o cantor, junto à sua família, deixou o Rio em direção a Brasília. A contextualização da trajetória de Renato Russo com a cidade foi retratada na biografia Renato Russo - O Filho da Revolução, do jornalista Carlos Marcelo Carvalho, lançada no ano passado. O fato de Renato ter nascido no mesmo ano em que Brasília foi inaugurada atraiu o autor, que decidiu então elaborar o livro, fruto de nove anos de pesquisa e mais de 100 entrevistas. "Renato era um símbolo de um processo muito intenso que aconteceu no Brasil na segunda metade do século XX. Isso era muito simbólico, mas nada teria importância se ele não tivesse refletido esse aspecto nas suas letras, especialmente na primeira fase da Legião", disse o autor, em entrevista ao site da Rolling Stone Brasil.

Mais do que letras de amor, Renato elaborava composições engajadas, que exprimiam a realidade que não só ele vivia, mas também sua geração. "Falava de valores que eram muito importantes para jovens do Brasil inteiro. Essa habilidade que ele tinha de criar uma experiência coletiva, a partir do individual, talvez seja o que contribua para que a obra dele permaneça tão atual", acredita Carlos, concluindo que Renato pode ser tido como "um grande cronista de seu tempo."

Artista nato
Renato permaneceu em Brasília por 12 anos, período em que exerceu diversas atividades, de professor de inglês a jornalista de rádio. Pisou em um palco pela primeira vez como ator de teatro e teve seu primeiro material publicado não em uma canção, mas em um livro de poesias marginais. "Ele tentou todos os tipos de expressão artística até se firmar no rock", conta Carlos. Renato baseava-se no que lia, no que vivia e no que observava ao seu redor para escrever. "Essas três coisas foram essenciais para compor sobre sentimentos que eram inerentes a toda sua geração. Ao falar do eu, falava de todos. Acho que essa foi sua grande habilidade como letrista."

O amigo, guitarrista e ex-parceiro de banda, Dado Villa-Lobos, concorda com o jornalista em relação às composições do Renato. Para Dado, "a força que suas canções atingiram é o maior legado" deixado pelo cantor. "Ele conseguiu fazer com que as pessoas cantassem músicas que têm Camões e a Bíblia na mesma letra. Sem contar o privilégio que é poder ouvir aquela voz", relembra. Marcelo Bonfá, ex-baterista da Legião, explica o talento de Renato como um dom intensificado pela formação do artista. "As coisas vinham de dentro e ele sabia manipular isso muito bem porque, acima de tudo, era um cara muito letrado."

Por meio de suas canções, Renato Russo falava de forma lírica, mas clara e universal, sobre os distúrbios da humanidade. E tais composições continuam sendo ouvidas hoje, como se tivessem sido feitas nos anos 2000. "Depois de quase duas décadas a coisa piorou bastante: desde a produção musical, do pensamento e da atitude das pessoas. Hoje, Renato estaria com muitos recursos para continuar escrevendo o que escrevia. Ele teria bastante inspiração", fantasia, aos risos, Dado.

Muitos "Renatos"
Renato Russo era conhecido por ter um humor bastante inconstante, que oscilava entre alegria e tristeza em curtos espaços de tempo. Muitas vezes, brigas com integrantes da banda e amigos faziam parte de sua rotina. "O Renato era 'muitos'", argumenta Carlos Marcelo. "Na família ele era o Júnior, entre os amigos era o Renato, na sala de aula era o Manfredini e, para cada um desses, ele tinha um comportamento particular."

Marcelo Bonfá diz que essas alternâncias eram próprias da personalidade dele, mas também potencializadas pelo uso de drogas. Mesmo assim, entre os amigos, "Juninho" era um cara extremamente doce. Dado afirma guardar apenas boas lembranças, relembradas por ele todo dia 27 de março, como em um ritual. "[Lembro] principalmente dos dias de domingo, comendo cachorro-quente em casa e jogando aquela brincadeira de adivinhar, tipo mímica". Segundo ele, nestes momentos, Renato era um cara bastante divertido, do tipo que falava besteiras o tempo inteiro, uma pessoa "leve, tranquila e engraçada". "Mas ele tinha o lado negro, ácido do rock. As oscilações de personalidade entre o Juninho e o Russo eram enormes, e quando ele encarnava o fundo do poço era terrível".

Essas várias facetas também se manifestavam nas ambições artísticas de Renato. De acordo com Carlos, a partir de materiais e anotações encontrados no apartamento do cantor, localizado no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro (local mantido pela família Manfredini até hoje), Renato não se enxergava como o vocalista da Legião Urbana pelo resto de sua vida. "Ele tinha três planos: um era ser músico, depois cineasta e, por fim, escritor. Ele mesmo não encarava o rock como uma profissão que seria levada pelo resto da vida."

PARABENS RENATO...

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

BIOGRAFIA MUSSUM (CAÇILDES)



Antônio Carlos Bernardes Gomes, mais conhecido como Mussum (Rio de Janeiro, 7 de abril de 1941 - São Paulo, 29 de julho de 1994), foi um músico e humorista brasileiro.

Como músico foi membro do grupo de samba Os Originais do Samba e como humorista, do grupo Os Trapalhões.

Carreira

Mussum teve origem humilde, nasceu no Morro da Cachoeirinha, Zona Norte do Rio de Janeiro. Estudou durante nove anos num colégio interno, onde obteve o diploma de ajustador mecânico.

Pertenceu à Força Aérea Brasileira durante oito anos, ao mesmo tempo em que aproveitava para participar na Caravana Cultural de Música Brasileira de Carlos Machado. Foi músico e sambista, com amigos fundou o grupo Os Sete Modernos, posteriormente chamado Os Originais do Samba. O grupo teve vários sucessos, as coreografias e roupas coloridas os fizeram muito populares na TV, nos anos 70, e se apresentaram em diversos países.



Antes, nos anos 60, é convidado a participar de um show de televisão, como humorista. De início recusa o convite, justificando-se com a afirmação de que pintar a cara, como é costume dos atores, não era coisa de homem. Finalmente estréia no programa humorístico Bairro Feliz (TV Globo, 1965). Consta que foi nos bastidores deste show que Grande Otelo lhe deu o apelido de Mussum, que origina-se de um peixe.

Em 1969, o diretor de Os Trapalhões, Wilton Franco, o vê numa apresentação de boate com seu conjunto musical e o convida para integrar o grupo humorístico, na época na TV Excelsior. Mais uma vez, recusa; entretanto, o amigo Manfried Santanna (Dedé Santana) consegue convencê-lo, e Mussum passa a integrar o quarteto (que na época ainda era um trio, pois Zacarias entrou no grupo depois) que terminaria tornando-o muito famoso em todo o país. Mussum era o único dos quatro Trapalhões oficiais que era negro (Jorge Lafond e Tião Macalé, apesar de também negros e atuarem em vários quadros com o grupo, eram coadjuvantes).

Apenas quando Os Trapalhões já estavam na TV Globo, e o sucesso o impedia de cumprir seus compromissos, é que Mussum deixou os Originais do Samba. Mas não se afastou da indústria musical, tendo gravado discos com Os Trapalhões e até um solo dedicado ao samba.



Uma de suas paixões era a escola de samba Estação Primeira de Mangueira, todos os anos sua figura pontificava durante os desfiles da escola, no meio da Ala de baianas, da qual era diretor de harmonia. Dessa paixão veio o apelido "Mumu da Mangueira".

Segundo depoimento recente de Dedé Santana, Mussum era o único dos Trapalhões que, na frente das telas, não representava um personagem. O tempo todo, Mussum era ele mesmo: alegre, brincalhão, risonho, querido por todos. Também afirmou que Mussum era o único trapalhão que não precisava fazer o menor esforço para ser engraçado.



Foi em 29 de Julho de 1994, há exatos quatorze anos atrás que faleceu Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum, integrante dos Trapalhões e sambista da melhor qualidade com o grupo Originais do Samba.

Mussum faleceu não resistindo a um transplante de coração, e foi sepultado em São Paulo, além de muitos discos, Mussum nos deixou 27 filmes.

“Mumu da Mangueira”, era um apaixonado pela Estação Primeira de Mangueira onde desfilou por muitos anos.

Com certeza Mussum foi um personagem que marcou a minha infêancia e a de muita gente!!!

POr:Leo Cruz

domingo, 9 de agosto de 2009

Biografia Mariah Carey

Mariah Carey

Informação geral

Nome completo Mariah Carey

Apelido - Mimi
Data de nascimento - 27 de Março de 1970(27-03-1970) (38 anos)

Origem Long Island, Nova Iorque

País Estados Unidos

Gêneros Pop, R&B, R&B Contemporâneo

Instrumentos vocal

Período em atividade 1990 - atualmente

Gravadoras Columbia (1988-2001)

Virgin (2001-2002)

Island/Def Jam (2002-atualmente)

Sítio oficial www.MariahCarey.com

Mariah Carey (Long Island, 27 de março de 1970) é uma cantora, compositora, produtora musical e atriz norte-americana.

Fez sua estréia no mundo da música em 1990. Ganhadora de cinco prêmios Grammy, ela é considerada por muitos a artista de maior sucesso da década de 1990 de acordo com a Revista Billboard, e considerada uma das maiores vocalistas femininas da música contemporânea, tendo recebido os prêmios Billboard Music Award de Artista da Década em 1999 e World Music Awards de Artista Feminina Mais Vendida do Milênio em 2000, com mais de 175 milhões de discos vendidos no mundo, sendo 63,5 milhões só nos EUA e aproximadamente 72,5 milhões de compactos de acordo com a RIAA, totalizando mais de 240 milhões de cds e singles vendidos.

Mariah Carey é aclamada pela crítica especializada por suas habilidades vocais. Em toda a sua carreira, Mariah já recebeu mais de 200 prêmios, sendo uma das cantoras mais premiadas da história.

Biografia

A vida antes da fama

Mariah Carey nasceu em Long Island, no Estado de Nova Iorque. Ela é a terceira filha de Patricia Hickey, uma cantora de ópera irlandesa e Alfred Roy Carey, um engenheiro aeronáutico de ascendência afro-venezuelana. Seu prenome foi-lhe dado como homenagem à canção "And They Call The Wind (María)" do musical Paint Your Wagon, com "Mariah" sendo uma americanização de "María".

Carey tem uma irmã, Alison Scott Carey e um irmão, Morgan Carey, ambos respectivamente onze e dez anos mais velhos.

Como uma família multi-racial, os Carey eram constantemente ameaçados por vizinhos preconceituosos, o que fez a família mudar-se de bairro constantemente. Isso levou os pais de Carey a se divorciarem quando ela tinha apenas três anos de idade. Após a separação, Mariah passou a ter pouco contato com o pai, e sua mãe começou a trabalhar em vários empregos para poder sustentá-la e aos seus irmãos.



Durante sua adolescência, Mariah já tinha a certeza de que queria ser cantora e mudou-se para Nova Iorque, onde morou com mais duas amigas num pequeno apartamento. Trabalhando como garçonete e como assistente num salão de beleza, Mariah encontrava tempo para os testes de backing vocal. Graças ao seu talento ela conseguiu no primeiro teste tornar-se backing vocal de Brenda K. Starr, famosa cantora da década de 80.


Começo do sucesso comercial

Em 1990, Carey lançou seu primeiro álbum, intitulado Mariah Carey, que foi aos poucos tornando-se um sucesso instantâneo nos Estados Unidos, produzindo quatro singles que atingiram o primeiro lugar das paradas da Revista Billboard ("Vision of Love", "Someday", "I Don't Wanna Cry" e "Love Takes Time" (que foi composta para seu segundo álbum , Emotions, mas os executivos da Sony a ouviram e viram na canção um hit em potencial, incluindo a mesma em outras tiragens do primeiro álbum).

Em 1991, Carey lançou seu segundo álbum, Emotions, que produziu mais um single que atingiu o 1° da Billboard (a faixa-título "Emotions"). Os outros singles ("Make It Happen" e "Can't Let Go") atingiram posições mais baixas, mas nem por isso deixaram de ser considerados hits.

Em 1992, Carey concordou em participar do especial Unplugged da MTV, em que os artistas interpretam seus maiores sucessos ao vivo e em versões acústicas. O programa foi gravado para provar que Carey não era apenas uma cantora de estúdio, como muitos afirmavam à época. Depois que o programa foi ao ar, o cover de Carey da canção "I'll Be There" (gravada originalmente em 1970 pelo grupo Jackson 5), foi lançado como single e, devido à grande demanda do público, atingiu o primeiro lugar da Billboard na semana seguinte. Mais tarde foi lançado um álbum contendo as canções que Carey interpretou no especial, intitulado MTV Unplugged - Mariah Carey.

Reconhecimento mundial
Mariah Carey no Tribeca Filme Festival 2008.


Em 1992, Carey (com 22 anos) e Mottola (com 42 anos, casado) resolveram assumir o envolvimento amoroso que já durava 2 anos e, após Mottola pedir o divórcio a sua mulher, acabaram se casando em julho do ano seguinte, 1993, numa cerimônia aos moldes da famosa cerimônia do casal princesa Diana e príncipe Charles. Neste mesmo ano, o terceiro álbum de estúdio de Carey, Music Box, foi lançado, tornando-se o seu álbum de maior sucesso, com a marca impressionante de 29 milhões de cópias vendidas no mundo todo. Os singles principais do álbum, "Dreamlover" e "Hero" (que é, possivelmente, a música mais conhecida da cantora), tornaram-se mais dois números 1 nos Estados Unidos de acordo com a Billboard. Um outro single daquele álbum, a regravação da canção "Without You", transformou-se num enorme sucesso ficando em primeiro lugar em mais de 15 países.

Seguindo-se de um dueto com Luther Vandross, "Endless Love" (regravação da música escrita por Lionel Richie e originalmente gravada por Richie e Diana Ross nos anos 70), Carey lançou seu quarto álbum de estúdio em 1994, a compilação de canções natalinas Merry Christmas, que espalhou o sucesso "All I Want for Christmas is You" e a regravação da clássica O Holy Night.

Em 1995, Carey lançou seu sexto álbum (quinto de estúdio), Daydream, outro álbum que teve grande vendagem mundial - mais de 23 milhões de cópias e o segundo álbum da cantora a alcançar o disco de diamante (dez milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos).

Divórcio, nova imagem e recordes

Carey e Tommy Mottola se separaram em 1997. Apesar de manterem a imagem de um casal feliz em público, Carey se sentia emocional e psicologicamente abusada por Tommy, a quem ela sempre descreveu como "um homem muito possessivo". Em 2000 Tommy Mottola casou-se com a cantora e atriz mexicana Thalia, no dia 13 de Outubro de 2008, um empregado romeno demitido da mansão T&T "Tommy & Thalia" que fica em Nova York, revolou que Thalia foi amante de Tommy Mottola, quando eles se conheceram, Mottola ainda era casado com Mariah Carey.

Após o divórcio surgiram diversos boatos na mídia de que Motolla começara a boicotar a divulgação dos álbuns de Carey, bem como vetá-la para grandes projetos da Sony Music e apresentações importantes na televisão americana. Um dos mais significativos vetos foi a interpretação da música tema do filme Titanic, na qual o autor da música havia oferecido a Carey, porém Motolla vetou o nome da cantora para interpretar a canção oferecendo-a à outra também famosa cantora e sua colega de gravadora, Celine Dion. Esses boatos nunca foram comprovados.

Ainda em 1997, Carey lançou seu sétimo álbum, Butterfly (considerado pela crítica como o melhor da cantora e um dos maiores álbuns nas categorias POP e R&B americanos). Seu primeiro single daquele álbum, Honey, mostrava em sua letra e vídeo musical, uma imagem bem mais sexy de Mariah, que até então aparecia como "a garota boazinha" nos clipes (imagem cuidadosamente construída pela gravadora), o single estreou em 1º lugar na Billboard nos formatos POP e R&B, feito jamais alcançado por nenhum outro artista.

Em 1998, Carey lançou seu oitavo álbum - #1's - uma compilação com todos seus singles que atingiram o primeiro lugar nos EUA (Billboard) até então, e mais algumas novas canções. A crítica elogia Carey dizendo que "poucos artistas podem lançar um disco inteiro de músicas n°1".



Em 1999, Carey lançou seu nono álbum, Rainbow. Os singles Heartbreaker (com o rapper Jay-Z) e Thank God I Found You (com Joe e 98 Degrees) chegaram ao número 1 nos EUA, a regravação Against all Odds do cantor Phil Collins fez um grande sucesso em vários países, porém quando outro single do mesmo álbum, Crybaby/Can't Take That Away mal chegou ao vigésimo lugar, Carey abriu o jogo e acusou publicamente a Sony/Columbia de não estar promovendo-a como deveria.



Declínio na carreira e fracasso no cinema

Em 2001, Carey deixou a Columbia Records e assinou o maior contrato da história para um artista solo, nada menos que 80 milhões de dólares e cinco álbuns com a Virgin Records (uma companhia da EMI). Pouco tempo depois, Carey começou a agir estranhamente em suas aparições públicas, e reclamou de estar trabalhando muito e dormindo apenas duas horas a cada noite. Além do mais, seu relacionamento de três anos com o cantor Luis Miguel havia terminado. 24 horas após deixar duas mensagens estranhas em seu site oficial, Mariah teve uma crise nervosa e sua mãe chamou o resgate (911) para levá-la ao hospital. Ela foi internada em uma clínica com o diagnóstico de estafa e colapso nervoso.



Graças ao incentivo da gravadora em vender o single por preço mais barato, a primeira música de trabalho - Loverboy chegou ao número 2 da Revista Billboard, vendendo mais de um milhão de cópias. No entanto, não conseguiu atingir a primeira posição pela falta de execução nas rádios. Os outros singles do álbum chegaram a posições muito baixas no ranking dos singles mais vendidos da Revista Billboard ou falharam para chegar em posição alguma. No Natal deste mesmo ano, a Columbia lançou uma coletânea não-autorizada contendo os maiores sucessos da cantora até então. As vendas foram razoáveis, já que o sucesso da cantora estava em baixa.

Para piorar a situação emocional de Carey, a morte de seu pai, vítima de câncer no cérebro, contribuiu para o declínio pessoal e profissional de Mariah.

No começo de 2002, a Virgin Records decidiu tirar Carey de seu catálogo. Com vendas de pouco mais de um milhão de álbuns, Mariah foi considerada um fracasso pela gravadora, já que pela Sony/Columbia a cantora havia vendido mais de 150 milhões de álbuns.


Em 2002 ainda, Carey lançou Charmbracelet que foi melhor recebido pelo público em comparação ao fracasso de Glitter em 2001.

A volta por cima
"Mimi", o alter-ego de Mariah na turnê The Adventures of Mimi - agosto de 2006.


Em 2005 após dois anos fora da grande mídia, Mariah lançou o aguardado The Emancipation of Mimi, produzido por grandes nomes da música como Jermaine Dupri e Antonio L.A. Reid. O álbum marcado de canções fortes como We Belong Together, Mine Again e a balada gospel Fly Like a Bird tornou-se o mais vendido do ano nos Estados Unidos, vendendo seis milhões de cópias e cerca de doze milhões no mundo inteiro.



O terceiro single, Shake it Off, chegou à segunda posição da Billboard enquanto We Belong Together permanecia na primeira, outro recorde para a cantora. O quarto single lançado Don't Forget About Us, canção no mesmo estilo R&B de We Belong Together, tornou-se seu 17° número 1 nos Estados Unidos, sendo superada apenas por The Beatles.



Em agosto do ano de 2006 a cantora iniciou a turnê The Adventures of Mimi, passando por várias cidades dos EUA, Tunísia, Canadá, Japão e China. A turnê foi uma das mais rentáveis do ano.

Retorno
Mariah Carey Perfomance durante o Grammy de 2006

Em abril de 2008, Mariah lança E=MC² - seu 11º álbum de estúdio. Para isso, ela contou com a ajuda de produtores como Jermaine Dupri, DJ Toomp, Stargate, Will.I.Am, Bryan Michael Cox, Nate “Danjahandz” Hills, James Poyser, entre outros nomes de peso. O álbum estreou em 1º lugar na Revista Billboard com 463 mil cópias vendidas na primeira semana.



Seu primeiro single Touch My Body produzido por Mariah, The Dream e C. "Tricky" Stewart é uma canção R&B alegre e ultra-feminina. "Body" se tornou seu 18º single número # 1 na parada americana Billboard Hot 100 onde permaneceu por duas semanas superando o recorde de Elvis Presley que mantinha dezessete músicas em #1.



Casamento secreto

Em maio de 2008, a cantora se casa com ator e rapper Nick Cannon secretamente, com apenas um mês de namoro. Mariah diz ter encontrado sua "alma gêmea". Cannon diz que Mariah é uma mulher linda por fora e dez vezes mais por dentro.

Revista TIME - 100 pessoas mais influentes do mundo

No mês de junho de 2008 a revista americana Time publicou a lista The World's Most Influential People, lista onde o público votou, e Mariah aparece como uma das artistas mais influentes do mundo.

Com uma declaração emocionante e verdadeira, a lenda do R&B Stevie Wonder cita frases como: "Conheci apenas três pessoas que tinham vozes verdadeiramente maravilhosas e espírito compatível: minha primeira esposa Syreeta, Minnie Riperton e Mariah Carey". "Quando as pessoas falam sobre as grandes cantoras influentes, elas dizem Aretha Franklin, Whitney e Mariah. Isso é um testamento para o talento dela. O alcance vocal de Carey é fantástico."

Recordes

* Cantora com mais singles platina e a única com dois multi-platina.
* É a única artista a ter três singles estreando em #1 no Hot 100: “Fantasy”, “One Sweet Day” e “Honey”.
* É a única artista feminina a ter dois singles simultaneamente em #1 e #2 na Billboard Hot 100: “We Belong Together” e “Shake It Off”.
* Artista solo com mais singles #1 na Billboard Hot 100. (18 singles)

Voz

Reconhecida mundialmente como a cantora famosa de maior potencial vocal na era contemporânea, Mariah Carey atualmente é classificada como um Soprano dramático coloratura e possui uma alcance vocal impressionante de 5 oitavas regulares(G#2-G#7), sendo que as vezes consegue trabalhar com notas fora de sua extensão (acima de 5 oitavas),uma vez que já produziu notas como F1 e C8 em algumas de suas performances ao vivo.

* Notas mais baixas: G#2 na performance da canção You and I, de Stevie Wonder, em 2002 e em entrevista a rádio australiana KISS-FM, abril de 2008). A2 em God Rest Ye Merry Gentlemen, do álbum Merry Christmas, de 1994 (no trecho Tidings of confort and joy);

* Notas mais altas: G#7 em uma performance de Emotions (do álbum Emotions), em 1991, no MTV Video Music Awards e também no Arsenio Hall; e Star Spangled Banner (Hino Nacional Americano) em ao vivo no Superbowl de 2001 e em Daytona 2002; E7 em I Wish You Well, do álbum E=MC²; D7 em I Wish you Knew – 2006 e Don’t Forget About Us, ambas do álbum The Emancipation of Mimi.

O F1 (Fa1) no final da performance de My All no prêmio Nobel de 1997 em Homenagem a Diana Ross e o C8 na Introdução de sua banda na turne de 2002 foram notas fora de sua extensão regular;

* Nota Mais Longa: 18s em Lead The Way do Álbum Glitter, em 2001, 15s Star Spangled Banner e em Never too far

Curiosidades

Mariah Carey Performance no GMA 2008.

Mariah carey apesar de conseguir emitir notas que estão fora da extensão de um soprano dramatico não pode ser classificada como sendo Contralto, pois seu timbre é tanto grave quanto agudo talvez mais agudo do que grave. Carey antes de seu afastamento momentâneo nos anos 2000, emite notas fora de sua extensão usando Whistles Register, falsete e belting. Depois de um período Carey volta com alguns problemas vocais, mas aquelas notas que emitia utilizando técnicas continuou usando ate que passou para sua tessitura.

Carey alcança notas que estão na sétima oitava esse alargamento de sua extensão vocal, segundo a crítica especializada, ocasionou a perda de boa parte de sua beleza de timbre. Hoje, os efeitos (graves, agudos e whistles) são os mesmos, porém a qualidade da voz plena é outra, bem inferior. Mas isso também lhe proporcionou grandes feitos: passou a atingir graves mais profundos, como na canção If Only You Knew / Somewhere Over The Rainbow, no tributo à cantora americana Patti LaBelle, em 1998, onde impressionou a todos com um grave de contralto no final da apresentação, e mais recentemente, em 2002, com as notas gravíssimas da canção You and I, no tributo a Stevie Wonder, feito pelo canal Black Entertainment Television (BET), e 2005 em uma versão ao vivo da canção Vision Of Love para o mesmo canal ; e também a prolongar notas por mais de 10s, ex: 12s em belting nas canções We Belong Together e We Belong Together Remix (porém aí utilizou o Whistle Register); 12s na canção Don't Forget About Us; 14s na canção Never Too Far e em The Star Spangled Banner- o hino nacional americano (acapella em Daytona); 15s no hino The Star Spangled Banner no Superbowl XXXVI; e finalmente os seus grandes 18s na canção Lead The Way (versão em estúdio). Observa-se que nas últimas 5 canções é feito o uso de melisma para manter a nota. Antes, sua marca maior em belting era de 10s, na apresentação da canção Vanishing, no Tattoo Club, em 1990; e 18s em melisma na canção Without You, em estúdio.

Fora suas habilidades na música popular, Mariah também demonstra grande talento para o canto lírico, como na canção All In Your Mind, em que faz firulas (ou melismas) com a voz que lembram a poderosa cantora lírica Erna Sack, na ária Voices Of Spring; no filme Procura-se Uma Noiva (The Bachelor), em que vive uma cantora de ópera, canta o trecho de uma ária com a própria voz; em uma apresentação da canção Hero, ao lado de calouros no Eurobest, Mariah fez uma nota aguda lírica por 12s que arrancou aplausos da platéia; e por último, em 2005, ao lado do cantor americano John Legend, ao interpretar a canção With You I'm Born Again, faz uma pequena nota.

Sua sonoridade está entre os estilos musicais Pop, R&B e Hip-Hop, com algumas influências dos estilos Gospel e Soul. Carey é reconhecida por ser pioneira na junção do Pop & R&B (seguida posteriormente pela artista Jennifer Lopez) com constantes parcerias de rappers, fórmula seguida por artistas mais novas como Beyoncé, Rihanna e Ciara.

Mariah Carey, com a canção de seu novo disco E=MC², Touch my Body, tornou-se, segundo a revista americana Billboard, a 2ª artista com mais singles n°1 (ou que atingiram o primeiro lugar nas paradas musicais americanas) na história da música com 18 canções nos EUA, faltando apenas mais dois singles #1, para se tornar a artisa com mais singles #1 na história da industria musical. Há uma certa esperança de o novo single My Love do rapper The Dream (que conta com a participação de Carey) se torne #1, devido ao enorme n° de downloads que a musica teve sem ser officialmente lançada (11.000.000 de downloads) Atualmente ela apenas perde para os Beatles, que têm 20 canções n°1.

Mariah carey atualmente é coniderada uma das cantoras mais ricas do mundo com uma fortuna estimada em mais de 850 milhões de dólares.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Sylvester Stallone - Melhores Filmes

Quem diria,mas Sylvester Stallone começou sua carreira como ator em um filme pornô, "O Garanhão Italiano" (1970). Um dos primeiros papéis creditados e liberados para menores, no entanto, só veio em 1974, na comédia "Os Lords de Flatbush"; Stallone é o segundo da esquerda para a direita




No politicamente incorreto "Corrida da Morte - Ano 2000" (1975), Stallone vive um piloto que participa de uma corrida pelos Estados Unidos em que os participantes ganham pontos por atropelarem pedestres...



Em 1976, uma guinada: Stallone escreveu e protagonizou o drama "Rocky", que, surpreendentemente, ganhou 3 Oscars, incluindo Melhor Filme. Stallone diz que escreveu o roteiro em apenas 3 dias. O longa ganhou quatro sequências




Após a consagração em "Rocky", Stallone encarou um papel ainda mais sério em "F.I.S.T." (1978), em que vive Johnny Kovak, sindicalista acusado de ligações com a Máfia...



A estreia na direção aconteceu em 1978, no drama "A Taberna do Inferno", em que também atua...



Em "Fuga para a Vitória" (1981), o ator contracenou com o jogador brasileiro Pelé em um drama sobre prisioneiros de Nazistas que enfrentam oficiais alemães em um jogo de futebol



Rambo, outro personagem marcante, surgiu em 1982, em "Programado para Matar"; o filme fez tanto sucesso que rendeu três continuações



Já consagrado como herói de ação, o ator estrelou "Stallone Cobra" (1986), em que vivia um policial violento cheio de frases de efeito na ponta da língua. "Você é a doença, eu sou a cura", dizia o policial antes de dizimar alguns bandidos...



No clássico da Sessão da Tarde "Falcão - Campeão dos Campeões" (1987), o ator disputa quedas de braço e tenta recuperar o amor de seu filho...



Em "Tango & Cash - Os Vingadores" (1989), Stallone divide a cena com Kurt Russell. Os dois vivem policiais rivais que precisam trabalhar juntos para limparem seus nomes



Em 1991, o ator muda de ares ao estrelar a comédia "Oscar - Minha Filha Quer Casar", dirigida por John Landis; o público não aprovou e o filme foi um fracasso nas bilheterias...



Em 1992, Stallone insiste na comédia com "Pare! Senão Mamãe Atira", em que interpreta um policial que se vê às voltas com uma mãe superprotetora



"Risco Total" (1993) é tido como um dos melhores filmes de ação da carreira do ator; ele vive um alpinista que lidera uma missão de resgate nas Montanhas Rochosas...



Já a ficção-científica "O Demolidor" (1993) é considerado um dos piores filmes de Stallone; nesta bomba, ele contracena com Wesley Snipes e Sandra Bullock...



Em "O Especialista" (1994), Sly vive um ex-agente da CIA expert em bombas, recrutado para uma última missão; Sharon Stone também participa do filme



Em "O Juiz" (1995), adaptação de uma HQ, Stallone interpreta um policial que tem o poder de julgar imediatamente os bandidos que encontra; mas como levá-lo a sério com um figurino desses?




Depois do fracasso de "O Juiz", Stallone se uniu ao diretor Richard Donner em "Assassinos", contracenando com Antonio Banderas e Julianne Moore (em um de seus primeiros papéis no cinema)



"Daylight" (1996) deu continuidade à lista de bilheterias decepcionantes na carreira do ator; desta vez, ele interpreta um homem que precisa guiar um grupo de pessoas em um túnel fechado por explosões em Nova York. O ator recebeu US$ 17,5 milhões de dólares pelo filme, um de seus cachês mais altos até hoje



"Cop Land" (1997), por sua vez, trouxe uma das atuações mais elogiadas de Stallone, que engordou 20 kg para interpretar um xerife que descobre que os policiais vivendo em sua cidade têm ligações com o crime...



Depois de três anos longe das delas, Sly voltou com "O Implacável" (2000), remake de um filme de 1971 com Michael Caine...



Em "Alta Velocidade" (2001), o ator voltou a trabalhar com o diretor de "Risco Total" em um filme sobre um ex-piloto de corridas chamado para treinar um novato. Foi um fracasso de público e crítica.




"D-Tox" (2002), sobre pacientes de uma clínica de reabilitação que começam a ser assassinados, teve produção complicada: o filme foi rodado e finalizado em 1999, mas lançado apenas três anos depois. Pudera: é ruim de doer...



Em "Pequenos Espiões 3D", Stallone vive o vilão Toymaker. Parecia um fim melancólico para uma carreira que foi tão admirada nos anos 80...



... até o ator resolver ressuscitar um de seus personagens mais queridos com "Rocky Balboa" (2006), o sexto da série, que lhe rendeu elogios e sua melhor bilheteria em anos...



Stallone fez o mesmo com Rambo em 2008; "Rambo 4" é, facilmente, um dos filmes mais violentos da carreira do ator...